TOP 5 MELHORES LEITURAS DE 2013

Vai lá me ler!

http://livroecafe.com/2013/12/30/5-leituras-2013-5-entre-75-livros-devorados/

 

 

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Memorial do Convento, Saramago

Era uma vez um rei que fez promessas de levantar um convento em Mafra.
Era uma vez a gente que construiu esse convento.
Era uma vez um soldado maneta e uma mulher que tinha poderes.
Era uma vez um padre que queria voar e morreu doido.
Era uma vez.

 

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dezembro 23, 2013 · 2:30 am

Sobre a Literatura Norte-Americana

A Literatura Norte-Americana é constituída por toda obra com conteúdo literário escrita por autores que nasceram em solo estadunidense, mas especificamente no “norte-americano”. Assim como a Literatura Inglesa, a Norte-Americana tem diversos períodos, entre eles:

-Período Colonial (1607 – 1763) – As colônias da Virgínia possuíam pouca literatura, mas eram bem sucedidas comercialmente. A religiosidade e os aspectos sobre a colonização eram retratados nas obras literárias, além do puritanismo moral e religioso. Nesse período a literatura era utilitária, ou seja, deveria servir para algum fim.

Autores do Período Colonial: John Smith “A description of the New England” e “The summer islands”; Alexander Whitaker “Good News from Virginia”; William Penn “The fruits of solicitude” e Jonathan Edwards com “Sinners in the hand of an angry God”.

– Período Revolucionário (1764-1789) – Os EUA passavam por grandes transformações, a chegada das indústrias, expansão do comércio, expansão das cidades e a independência. A religiosidade ainda era forte, mas o homem passou a fazer mais uso da razão, embora o clero ainda prevalecesse como instituição.

Autor do Período Revolucionário: Benjamin Franklin com “Autobiography” e “An edict by the King Prussia”.

– Período Romântico (1790 – 1864) – Os EUA já havia se estabelecido, porém, boa parte da literatura ainda criticava a democracia e a política, na verdade, nesse período a literatura foi dividida em quatro grupos:

– Early Romanticism: abordava o amor platônico, o cotidiano e os elementos fantásticos com que o ser humano se deparava, entre eles o medo do estranho e do sobrenatural. Autor principal> Edgar Allan Poe.

– Transcendentalism : A literatura era recheada de metáforas e crises filosóficas. Autor principal -> Ralph W. Emerson.

– The New England Tradition: Houve uma retomada dos aspectos e ideais da colonização, entre eles a fé sem limites, o puritanismo, a conduta moral, a contextualização histórica dos quakers e peregrinos e o calvinismo. Autor principal -> Nathaniel Hawthorne.

– The ideal democracy: A literatura passou a fazer mais apologia à política e à democracia, mostrando-se ufanista. Autor principal -> Walt Whitman.

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Sobre a vida, o universo e tudo o mais

Revirando os arquivos do computador e as pastas da época de graduação descobri muita coisa interessante. Encontrei diversos textos sobre leitura e literatura e vou compartilhá-los aos poucos com vocês.

Também encontrei provas que fiz para as matérias de Literatura Inglesa e Norte-americana, além de várias resenhas e comentários sobre trechos de livros.

Então, continuem acompanhando o blog que vêm novidades por aí!

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O ganhador do sorteio pelo Facebook foi o Thomas Rodolfo Brenner.

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Tem resenha nova e posts imperdíveis no Livro & Café: http://livroecafe.com

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Meta Literária para as férias de Janeiro

Minha pilha de livros não lidos aumenta a cada dia, já que a vontade de comprar livros persiste. Creio que já tenho mais de 300 livros não lidos na estante e esse é um número muito alto.

Para diminuir um pouco essa pilha, resolvi criar uma meta de leitura para as férias de dezembro/janeiro e para isso, escolhi 10 livros que desejo ler há tempos!

 

ImagemSão eles:

Pedro Páramo (Juan Rulfo) – Romance mais aclamado da literatura mexicana, Pedro Páramo é o primeiro de dois livros lançados em toda a vida de Juan Rulfo. O enredo, simples, trata da promessa feita por um filho à mãe moribunda, que lhe pede que saia em busca do pai, Pedro Páramo, um malvado lendário e assassino. Juan Preciado, o filho, não encontra pessoas, mas defuntos repletos de memórias, que lhe falam da crueldade implacável do pai. Vergonha é o que Juan sente. Alegoricamente, é o México ferido que grita suas chagas e suas revoluções, por meio de uma aldeia seca e vazia onde apenas os mortos sobrevivem para narrar os horrores da história. O realismo fantástico como hoje se conhece não teria existido sem Pedro Páramo; é dessa fonte que beberam o colombiano Gabriel Garcia Márquez e o peruano Mario Vargas Llosa, que também narram odisseias latino-americanas.

 

O evangelho segundo a serpente (Faíza Hayat) – Um estranho desaparecimento. Um mundo de aventura e mistério. Uma revelação. Um jovem filólogo brasileiro, Marcelo Habda, especializado em copta, desaparece no Egito. Deixa atrás de si um caderno de apontamentos com misteriosas anotações: “São citações dispersas, delirantes algumas, inquietantes no conjunto, escritas em copta. Não sei se adiantam alguma pista. Adiantaram uma novidade sobre o meu amigo carioca: uma insistência e uma erudição – uma perturbação – na teologia gnóstica, a partir de textos do cristianismo primitivo que encerram muitas das coisas que posteriormente foram perseguidas como heresia”. A autora tenta seguir-lhe o rasto. O que descobre é mais do que um segredo – é uma outra visão do mundo.

 

O Circo do Dr. Lao (Charles G. Finney) –  Abalone, no Arizona, era um lugar ermo e tranqüilo onde os habitantes se preocupavam tão somente com o tédio e em sobreviver à Grande Depressão… Era, até o circo do doutor Lao chegar à cidade e mudar a vida de todos. Esperando apenas mais um espetáculo circense, os cidadãos de Abalone notaram algo de esquisito no circo. Seres estranhos, atrações cujo nome sequer podiam soletrar, seres infernais, animais de todos os tipos, mitos da antiguidade, serpentes, híbridos e muito mais – eram inúmeras as atrações bizarras. Aos poucos o circo faz ruir a frágil máscara dos habitantes locais; (des)ilusões amorosas, o tédio oculto nas vidas de fachada, segredos revelados transformam o espetáculo em uma bizarra percepção do próprio ser humano. Em poucos dias, doutor Lao irá alterar a vida dos moradores de Abalone.

 

O Oceano no fim do caminho (Neil Gaiman) – Foi há quarenta anos, agora ele lembra muito bem. Quando os tempos ficaram difíceis e os pais decidiram que o quarto do alto da escada, que antes era dele, passaria a receber hóspedes. Ele só tinha sete anos. Um dos inquilinos foi o minerador de opala. O homem que certa noite roubou o carro da família e, ali dentro, parado num caminho deserto, cometeu suicídio. O homem cujo ato desesperado despertou forças que jamais deveriam ter sido perturbadas. Forças que não são deste mundo. Um horror primordial, sem controle, que foi libertado e passou a tomar os sonhos e a realidade das pessoas, inclusive os do menino. Ele sabia que os adultos não conseguiriam — e não deveriam — compreender os eventos que se desdobravam tão perto de casa. Sua família, ingenuamente envolvida e usada na batalha, estava em perigo, e somente o menino era capaz de perceber isso. A responsabilidade inescapável de defender seus entes queridos fez com que ele recorresse à única salvação possível: as três mulheres que moravam no fim do caminho. O lugar onde ele viu seu primeiro oceano.

 

A máquina de fazer espanhóis (valter hugo mãe) – É uma obra de maturidade a que agora chegará às mãos dos leitores, conseguida pela grande capacidade de criar personagens que este autor sempre revelou, aqui enredadas nas questões da velhice, da sua ternura e tragédia, resultando num trabalho feito da difícil condição humana mesclada com o humor que, ainda assim, nos assiste. A máquina de fazer espanhóis é uma imagem livre do que somos hoje, consequência de tanto passado e dúvidas em relação ao futuro. É um livro de reflexão sobre a fidelidade na amizade ou no amor. No país dos silvas poucos serão os que escapam a pensamentos paradoxais de profundo amor pela nação misturados com uma ancestral dúvida sobre se não estaríamos melhor como cidadãos do país vizinho. Entre o dramático da vida, com a idade a descontar o tempo, e o hilariante da casmurrice e senilidade, este romance é um retrato dos homens que perduram depois da violência mais fracturante. É um retrato delicado e sensível da terceira idade, com o que acarreta de ideias confusas sobre o passado e sobre o presente.

 

Mrs. Dalloway (Virginia Woolf) – Considerado uma obra-prima, Mrs. Dalloway conta uma história das mais simples, que poderia ser resumida de forma banal na expressão “um dia na vida de uma mulher”. Através da percepção do que se passa em torno e dentro de Clarissa Dalloway, Virginia Woolf escreveu, na verdade, a história da crise de um indivíduo, de uma classe, de uma sociedade e a do próprio romance.

 

Descanse em paz (Joyce Carol Oates) – Edgar Allan Poe (1809 -1849), Emily Dickinson (1830-1886), Mark Twain (1835-1910), Henry James (1843-1916) e Ernest Hemingway (1899-1961). Todos esses grandes autores da ficção americana são personagens do livro “Descanse em Paz”, da escritora Joyce Carol Oates. A obra conta de forma romanceada os últimos dias na vida de cada um desses literatos. Cada autor ocupa um capítulo do livro. Nos episódios, Oates usa o humor e a sobriedade para investigar e experimentar em cima do estereótipo do gênio criativo e da personalidade dos retratados.

 

Acabadora (Michele Murgia) – Fenômeno de vendas na Itália, vencedor de prêmios renomados, como o Campiello e o Supermodello, Acabadora narra a história de Maria Listru, uma menina que, num vilarejo na Sardenha, Itália, nos anos 1950, precisa aprender a crescer em meio a segredos e à constante presença da morte. Nascida em uma família sem condições de sustentá-la, aos seis anos de idade é adotada por Bonaria Urrai, uma mulher mais velha, solitária e de poucas palavras, mas muito respeitada no vilarejo em que vive. Desde cedo, a jovem aprende o ofício de costureira com a tia Bonaria, que, no entanto, esconde outra vocação, proibida e controversa. Ela é uma acabadora, aquela que faz o sofrimento cessar, acolhendo pela última vez as pessoas e ajudando-as a abandonar a vida. Para os habitantes de Soreni, é ela quem visita as pessoas que estão no fim da vida e ajuda o destino a se cumprir. Maria e Bonaria vivem como mãe e filha, apesar de o povoado estranhar que a reservada senhora tenha decidido adotar a caçula dos Listru. Bonaria não só ensina à menina seu ofício de costureira; ela também a prepara para as batalhas que a aguardam, transmitindo a humildade de acolher tanto a vida como a morte. Ao crescer, Maria será marcada por dois fatos. Primeiro, pelo amor, ao conhecer o jovem Andría Bastíu. Em seguida pela descoberta da segunda atividade que tia Bonaria exerce. Romance carregado de emoções, Acabadora apresenta um mundo agreste, regulado por tradições seculares e semeado pela culpa, onde Maria terá de decifrar tanto o amor quanto a morte.

 

Os antiquários (Pablo de Santis) – O mito dos vampiros é recriado no romance Os Antiquários do escritor argentino Pablo de Santis (Prêmio Planeta-Casamérica, 2007 e Konex de Platino, 2004). Nele, seres melancólicos que habitam espaços repletos de nostalgia e rodeados por objetos do passado, vivem reclusos. Os personagens, obcecados por manter seus segredos, não suportam mudanças nem o presente; são, antes, colecionadores. E têm a constante sede de sangue, que chamam de sede primordial. Tentam controlar seus impulsos, por meio do consumo de um elixir que sacia a voracidade, mas, uma vez ameaçados, voltam a atacar. Na Buenos Aires dos anos 1950, um jovem provinciano chamado Santiago Lebrón começa a trabalhar quase por acaso na seção de temas esotéricos de um jornal e, da noite para o dia, se transforma em informante do Ministério do Oculto, órgão oficial encarregado de investigar tais assuntos e descobrir o que há de verdade neles. Apesar de seu ceticismo em relação a tudo o que seja sobrenatural e também aos propósitos do ministério, Santiago vai a um encontro de especialistas em superstições, onde entrará em contato com os antiquários, extraordinários seres da noite que vivem cercados por objetos do passado e são vítimas de uma sede imortal. Envolto num ambiente fantástico e de nuances góticos da capital portenha, Lebrón se envolve com os estranhos seres. Primeiro, acompanha a captura de um antiquário; depois traído pelo amor de uma jovem que lhe é inacessível, acaba por se unir a eles e a padecer da mesma sede.

 

A sombra do vento (Carlos Ruiz Zafón) – A Sombra do Vento é uma narrativa de ritmo eletrizante, escrita em uma prosa ora poética, ora irônica. O enredo mistura gêneros como o romance de aventuras de Alexandre Dumas, a novela gótica de Edgar Allan Poe e os folhetins amorosos de Victor Hugo. Ambientado na Barcelona franquista da primeira metade do século XX, entre os últimos raios de luz do modernismo e as trevas do pós-guerra, o romance de Zafón é uma obra sedutora, comovente e impossível de largar. Além de ser uma grandiosa homenagem ao poder místico dos livros, é um verdadeiro triunfo da arte de contar histórias. Tudo começa em Barcelona, em 1945. Daniel Sempere está completando 11 anos. Ao ver o filho triste por não conseguir mais se lembrar do rosto da mãe já morta, seu pai lhe dá um presente inesquecível: em uma madrugada fantasmagórica, leva-o a um misterioso lugar no coração do centro histórico da cidade, o Cemitério dos Livros Esquecidos. O lugar, conhecido de poucos barceloneses, é uma biblioteca secreta e labiríntica que funciona como depósito para obras abandonadas pelo mundo, à espera de que alguém as descubra. É lá que Daniel encontra um exemplar de “A Sombra do Vento”, do também barcelonês Julián Carax. O livro desperta no jovem e sensível Daniel um enorme fascínio por aquele autor desconhecido e sua obra, que ele descobre ser vasta. Obcecado, Daniel começa então uma busca pelos outros livros de Carax e, para sua surpresa, descobre que alguém vem queimando sistematicamente todos os exemplares de todos os livros que o autor já escreveu. Na verdade, o exemplar que Daniel tem em mãos pode ser o último existente. E ele logo irá entender que, se não descobrir a verdade sobre Julián Carax, ele e aqueles que ama poderão ter um destino terrível.

 

 

 

As sinopses foram retiradas do Skoob.

Já leram algum? Me contem!

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Trapo, Álvaro de Campos (Fernando Pessoa) – Poesia da Semana 3#

Trapo

 

    O dia deu em chuvoso. 
    A manhã, contudo, esteve bastante azul. 
    O dia deu em chuvoso. 
    Desde manhã eu estava um pouco triste.

    Antecipação!  Tristeza?  Coisa nenhuma? 
    Não sei: já ao acordar estava triste. 
    O dia deu em chuvoso.

    Bem sei, a penumbra da chuva é elegante. 
    Bem sei: o sol oprime, por ser tão ordinário, um elegante. 
    Bem sei: ser susceptível às mudanças de luz não é elegante. 
    Mas quem disse ao sol ou aos outros que eu quero ser elegante? 
    Dêem-me o céu azul e o sol visível. 
    Névoa, chuvas, escuros — isso tenho eu em mim.

    Hoje quero só sossego. 
    Até amaria o lar, desde que o não tivesse. 
    Chego a ter sono de vontade de ter sossego. 
    Não exageremos! 
    Tenho efetivamente sono, sem explicação. 
    O dia deu em chuvoso.

    Carinhos?  Afetos?  São memórias… 
    É preciso ser-se criança para os ter… 
    Minha madrugada perdida, meu céu azul verdadeiro! 
    O dia deu em chuvoso.

    Boca bonita da filha do caseiro, 
    Polpa de fruta de um coração por comer… 
    Quando foi isso?  Não sei… 
    No azul da manhã…

    O dia deu em chuvoso.

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Parceria com a carteira #1 – Compras de Outubro

No mês de Outubro o Submarino fez uma promoção com vários títulos por R$ 9,90, entre os títulos de sempre, havia muita coisa da Alfaguara, uma editora que eu adoro.

Coloquei vários livros no carrinho e no final da compra, para minha surpresa, o preço caiu de R$ 9,90 para praticamente R$ 6,00.

Esses foram os livros que adquiri:

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Sou colaboradora do blog Livro & Café, e por lá, tenho parceria com a Companhia das Letras e com a Dublinense. Esses foram os livros que recebi no mês passado:

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Já tem resenha de “A condição indestrutível de ter sido” no Livro & Café! Vai lá me ler:  http://livroecafe.com/2013/10/17/condicao-indestrutivel-de-ter-sido-helena-terra/

 

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